Dois motos no “Ramalhão” e uma criança de 3 anos baleada

Home baleado ramalhoPor volta das 20h30 de sexta-feira, 2 de maio, policiais militares foram a atender a uma ocorrência de homicídio na rua E, no Residencial Ramalho, em Teixeira de Freitas. Chegando ao local, os policiais preservaram a cena  do crime até a chegada da Polícia Civil. O delegado do SILC, Kleber Gonçalves, e sua equipe, fizeram o levantamento cadavérico. Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica, composta pelos peritos  Marco Antônio Lima e Sandro de Abreu, também esteve presente para realizar a perícia.

Segundo informações da polícia, dois homens foram alvejados e mortos e uma criança de 3 anos  foi atingida no braço. Populares informaram que quatro homens chegaram em um veículo Fiat Pálio, de cor branca, placa não anotada, colocaram o carro na esquina e foram caminhando até as vítimas, que estavam sentadas em frente à residência. Os homens começaram a atirar e as vítimas correram para dentro da residência, na tentativa de se esconder. Virgulino Queiroz dos Santos, 22 anos, morreu na sala da casa, onde morava.

Segundo o delegado Kleber Gonçalves, foi encontrado um alvará de soltura em nome do Virgulino, datado de abril de 2013. A outra vítima, identificada como Luan de Jesus Rocha, 18 anos, morador da rua Bahia, no bairro São Lourenço, foi encontrada dentro de um quarto e foi socorrida ao Hospital Municipal. Mas, morreu antes de chegar ao hospital. Segundo o perito, Virgulino foi arrastado para fora do quarto para ser executado. Ele foi atingido por 4 tiros, sendo 1 na cintura, 1 no peito esquerdo, 1 na região da nádega e 1 na mão esquerda.

A criança de 3 anos de idade, que é sobrinha do Virgulino, foi atingida no braço e não corre risco de morrer. Os peritos encontraram 3 projéteis; dois de calibre 38 e 1 32. Luan estava em uma moto Honda Fan, de cor preta, placa policial MTV 5841, estacionada ao lado da casa.

Conforme a perícia, trata-se de um caso claro de execução. O delegado Kleber Gonçalves instaurou inquérito policial para investigar autoria e motivação do crime. Por Edvaldo Alves/Liberdadenews